Erros no fluxo de caixa: quais os mais comuns e como evitá-los

Saiba como se prevenir de erros no fluxo de caixa

É raro encontrar uma empresa que não cometa erros no fluxo de caixa. Essas são as empresas que contam com um departamento incrível de contabilidade ou contratam um bom serviço de consultoria contábil.

Para as empresas que não contam nem com um e nem com o outro, é comum cometer erros de gestão no seu fluxo de caixa. O resultado, portanto, é muito negativo. Essa é, aliás, uma das principais razões para que muitas companhias no Brasil entrem em falência.

Se você quer evitar algum tipo de erro no fluxo de caixa da sua companhia, siga a nossa lista com as falhas mais comuns e saiba como evitá-las!

1. Não controlar o fluxo de caixa da empresa

O primeiro erro da nossa lista não poderia ser outro: não cuidar do fluxo de caixa da empresa. Afinal, essa é a falha original que, normalmente, dá origem a outros problemas envolvendo o setor financeiro da companhia.

Por isso, o ideal é que sua empresa estabeleça uma rotina contábil para cuidar do seu fluxo de caixa. O ideal é começar a controlá-lo de alguma forma. Qualquer controle é melhor que nenhum.

Depois, com o tempo, vai-se analisando os problemas de cada método e corrigindo-os até chegar ao nível que sua empresa considere aceitável e não gere problemas financeiros.

2. Não categorizar os lançamentos no fluxo de caixa

Um fluxo de caixa controlado precisa de uma escrituração contábil com o lançamento de todas as entradas e saídas. No entanto, muitas empresas não fazem a categorização desses itens.

Há no registro uma entrada de R$100,00 e uma saída de R$50,00, mas ninguém sabe para onde foi o dinheiro e nem de onde ele veio. Esse sistema de controle funciona para ter noção dos números, mas, certamente, serve para pouco mais do que isso.

3. Categorizar os lançamentos de maneira genérica

É óbvio que categorizar os lançamentos na escrituração contábil é melhor do que não categorizá-los. No entanto, um dos erros de fluxo de caixa é fazer uma classificação genérica dos itens.

Parece que, para alguns profissionais que cuidam do serviço, a tarefa de categorizar os lançamentos é uma “obrigação”. Sem entender porque esse é um ato necessário, a etiquetagem fica genérica.

Por exemplo, é comum encontrar escriturações contábeis da seguinte maneira:

  • R$100,00 em Entradas gerais;
  • R$50,00 em Outras Saídas;
  • R$75,00 em Entradas gerais;
  • R$25,00 em Outras Saídas.

Alguém consegue entender o que aconteceu na movimentação financeira dessa companhia? Não. Só dá para saber que ela recebeu R$175,00 e gastou R$75,00 naquele dia, mas não se sabe com o que ou como.

A categorização dos itens deve ser específica para que seja possível analisar os gastos e estabelecer medidas para reduzir os custos da companhia. Sem isso, a etiquetagem não serve para praticamente nada.

4. Não usar tecnologia é um dos erros de fluxo de caixa

Antigamente, a escrituração contábil de uma empresa era feita em um caderno comum, que era chamado de livro-caixa. A anotação era de caneta e feita à mão, o que dava um enorme trabalho.

No entanto, hoje em dia isso não precisa mais ser assim. Com a tecnologia atual, existem softwares que facilitam o trabalho dos contadores e evitam erros que podem afetar a área contábil da empresa.

5. Contar com dinheiro que ainda não entrou efetivamente

Um dos principais erros no fluxo de caixa das empresas é contar com um dinheiro que não entrou, ou seja: considerar um valor a prazo ou que foi “prometido” por um cliente.

Na prática, o dinheiro que não entrou não existe. Por isso, se a empresa “usá-lo”, contrairá uma dívida, que incorrerá juros. Portanto, só use dinheiro que já está no seu caixa!

6. Misturar contas pessoais com as da empresa

Um erro comum com empresas de micro e pequeno porte, além de prestadores de serviços, como advogados, corretores de seguros e médicos, é confundir as contas pessoais com as da atividade empresarial.

Esse erro impede que a empresa possa ter um funcionamento adequado e tenha sua saúde financeira. Em vez de usar todos os recursos que entram na companhia como se fossem do dono, estabeleça um pró-labore adequado.

7. Não aprender com os erros no fluxo de caixa

Dentre os erros no fluxo de caixa que as empresas cometem, um dos mais comuns é não aprender com eles, ou seja: repetir a mesma ação, mesmo depois de já ter visto os resultados negativos.

Seja por força do hábito, seja por não ter um auxílio profissional ou não entender a origem do problema, muitas empresas seguem repetindo ações que trazem prejuízos contábeis. 

Para prevenir os principais erros no fluxo de caixa, o ideal para uma empresa de qualquer porte é contratar uma consultoria contábil para lidar com essa área. Dessa maneira, é possível ter apoio profissional especializado para que não seja cometida nenhuma falha!

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